segunda-feira, 27 de maio de 2013

Asteroide equivalente a nove navios deve passar pela Terra nesta sexta

Asteroide 1998 QE2 vai se aproximar da Terra nesta sexta (Foto: Nasa/JPL-Caltech)Asteroide 1998 QE2 vai se aproximar da Terra nesta sexta, às 17h59 de Brasília
 
Um asteroide deve passar pela Terra nesta sexta-feira (31) e ficar no máximo a 5,8 milhões de quilômetros daqui, o equivalente a uma distância de 15 vezes entre o nosso planeta e a Lua.

Rotas de aviões recriam mapa-múndi

Um consultor canadense desenvolveu um sistema de visualização das rotas de tráfego aéreo ao redor do globo que recria o mapa-múndi.

sábado, 25 de maio de 2013

Telescópio Hubble registra novas imagens da Nebulosa do Anel

Nebulosa do Anel (Foto: Nasa/ESA/C.R. Robert O’Dell, G.J. Ferland, W.J. Henney and M. Peimbert/Large Binocular Telescope data: David Thompson)Nebulosa do Anel tem estrela anã branca no centro, que deve morrer em 10 mil anos 

Novas imagens feitas pelo Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, mostram detalhes da Nebulosa do Anel, localizada na constelação de Lira, a cerca de 2 mil anos-luz da Terra.
Essa região, que tem sido alvo de muitas observação por parte de astrônomos amadores, mede cerca de 1 ano-luz de diâmetro e se expande a uma velocidade de 69 mil km/h. As cores indicam diferentes temperaturas de gás, sendo o azul o mais quente e o vermelho o mais frio.

Estudo prevê empreendimentos comerciais na Lua em 2020

Silhueta de avião é vista em frente à lua no céu de Phoenix, nos EUA. (Foto: Charlie Riedel/AP) Empresas demonstraram empolgação e interesse em explorar a Lua, revela estudo

Pesquisadores de várias empresas podem estar vivendo na Lua quando astronautas da agência espacial americana (Nasa) partirem para visitar um asteroide na década de 2020, aponta um novo estudo sobre futuras missões espaciais tripuladas.

Ossada de 'monstro' pré-histórico é achada em gaveta de museu

Réptil de 3 a 3,5 metros era pequeno em relação a outros plesiossauros (Foto: BBC)
Réptil de 3 a 3,5 metros era pequeno em relação a
outros plesiossauros

Cientistas alemães divulgaram a descoberta de uma nova espécie de plesiossauro, animal pré-histórico da época dos dinossauros, cujo esqueleto estava há cem anos engavetado sem classificação.

Nasa divulga foto de vulcão em erupção no Alasca

Foto feita da ISS mostra erupção do vulcão Pavlof (Foto: Nasa/Divulgação via Reuters)
Foto feita da ISS mostra erupção do vulcão Pavlof

A Nasa publicou nesta quinta-feira (23) uma imagem do vulcão Pavlof, no Alasca, em ebulição. A imagem foi feita por astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) no último dia 18.
O vulcão está em erupção desde o dia 13, e a nuvem de cinzas vista na imagem sobe a uma altura de 6 mil metros. O vulcão Pavlof fica no chamado Arco Aleuta, uma região de grande atividade vulcânica do estado americano, que fica no noroeste do continente.

Milhares de pinturas rupestres são descobertas em cavernas no México

As pinturas representam pessoas, animais, insetos, e imagens abstratas (Foto: Inah Mexico/BBC)
As pinturas representam pessoas, animais, insetos, e imagens abstratas 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O que os cientistas aprenderiam se pudessem fazer estudos que durassem centenas ou milhares de anos?



Uma vida é muito longa em relação ao picossegundo que leva para que dois átomos formem uma molécula, mas é um piscar de olhos se comparada a muitos fenômenos naturais, como a formação de cadeias de montanhas ou a colisão de galáxias. Para responder questões que levam mais que uma vida para serem resolvidas os cientistas repassam seus esforços entre gerações.
Em medicina, por exemplo, estudos longitudinais costumam acompanhar assuntos bem depois de os pesquisadores originais terem morrido; alguns estudos ainda em andamento começaram nos anos 20. O recorde da mais extensa sequência de coleta ininterrupta de dados da história deve pertencer aos antigos Diários astronômicos, dos babilônios, que contêm pelo menos seis séculos em observações desde o primeiro milênio antes de Cristo; esses registros revelaram padrões recorrentes de eventos como eclipses solares e lunares.
Na maior parte dos campos da pesquisa científica questões mais interessantes e fundamentais continuam em aberto porque os cientistas simplesmente não tiveram tempo suficiente para estudá-las. Mas e se o tempo não fosse um empecilho? Recentemente, conversei com pesquisadores-líderes em vários campos sobre quais problemas atacariam se tivessem mil anos – ou 10 mil, ou mesmo 1 milhão de anos – para fazer observações ou realizar experimentos. (Para manter o foco em ciência e não em futurologia, pedi que imaginassem que só poderiam usar tecnologia considerada de ponta hoje.) As versões condensadas de suas intrigantes respostas são as seguintes:

Mudança climática alterou localização dos polos da Terra



De acordo com um novo estudo publicado em Geophysical Research Letters, o aquecimento global está mudando a localização dos polos geográficos da Terra.
Pesquisadores da University of Texas, Austin, relatam que o derretimento acentuado da camada de gelo da Groenlândia – e em um grau menor, a perda de gelo em outras partes do globo – ajudaram a mover o Polo Norte vários centímetros todos os anos desde 2005.
“Houve uma grande mudança”, declara Jianli Chen, geofísico e principal autor do estudo.
De 1982 até 2005, o polo derivou para sudeste na direção de Labrador, no Canadá, a uma taxa de aproximadamente 2 miliarcosegundos – ou cerca de 6 centímetros – por ano. Mas em 2005 o polo mudou de curso e começou a galopar para leste na direção da Groenlândia a uma taxa de mais de 7 miliarcosegundos por ano.

Distribuição de números primos tem novo teorema

O matemático Yitang Zhang esboçou uma prova da “versão fraca” da conjectura dos primos gêmeos. 

Esse é um resultado que apenas um matemático poderia amar. Pesquisadores esperando conseguir um ‘2’ como resposta de uma prova há muito procurada, envolvendo pares de números primos, estão celebrando o fato de um matemático ter reduzido o número de infinito para 70 milhões.

Os anéis de Saturno estão vibrando


Cientistas qualificam os anéis de Saturno como um sismógrafo, que reflete alterações no interior do planeta

O mistério por trás do extinto campo magnético da Lua


A Lua é o único satélite natural da Terra, e gerava um campo magnético surpreendentemente intenso.
Esse campo permaneceu por, pelo menos, 3,5 bilhões de anos, de acordo com novo estudo, o que representa 160 milhões de anos a mais do que se imaginava.

É estranho sentir o peso da língua, diz astronauta após retorno à Terra


"Como o corpo controla a pressão sanguínea? Um espantalho em uma mesa inclinada para medir como", brinca o canadense Foto: Chris Hadfield / Twitter
"Como o corpo controla a pressão sanguínea? Um espantalho em uma mesa inclinada para medir como", brinca o canadense  

Em uma mesma semana, Nasa registra 4 potentes erupções solares


Explosão solar captada nesta quarta-feira (15) pela agência espacial americana, Nasa (Foto: Divulgação/Nasa/SDO)
Explosão solar captada nesta quarta-feira (15) pela agência espacial americana, Nasa

O sol lançou quatro potentes erupções esta semana, alcançando a atividade mais intensa este ano e provocando interrupções limitadas nas radiocomunicações de alta frequência, informou a Nasa. As quatro erupções observadas desde a última segunda-feira (13) pertencem à categoria X, a mais intensa nestes fenômenos e uma delas foi classificada como X3.2. São as primeiras deste tipo em 2013, segundo a Nasa.

Estudo cria método que usa teoria de Einstein e encontra planeta distante


Desenho ilustra efeitos observados no novo método, usado para descobrir Kepler 76-b (Foto: David A. Aguilar (CfA))Desenho ilustra efeitos observados no novo método, usado para descobrir Kepler 76-b 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Falha técnica pode abreviar missão do satélite Kepler, "caçador de planetas" da Nasa


De acordo com o jornal "New York Times", o satélite Kepler, que procura planetas fora do Sistema Solar, foi afetado por uma falha em seu sistema de orientação. A informação foi dada por astrônomos ligados à missão.
Se os engenheiros não conseguirem consertar o equipamento ou achar outra forma de orientar o telescópio do satélite, isso pode causar um fim prematuro da missão que procura planetas distantes e possivelmente habitáveis.
No mês passado, astrônomos relataram que o Kepler achou dois planetas só um pouco maiores do que a Terra em uma região habitável na órbita de uma estrela a 1.200 anos-luz daqui.
O Kepler foi lançada em 2009 e já identificou 115 planetas e outros 2.740 candidatos a planetas.

As observações estavam previstas para continuar até 2016.