Apesar da tecnologia para prevenir e monitorar emissões de gases e
explosões, erupções entraram para a história por sua grandeza,
destruição ou mesmo pelos transtornos que provocaram na vida de milhões
de pessoas. Cientistas estimam que existam mais de 550 vulcões ativos na
terra. Mas os vulcões não são exclusividade do nosso planeta e o maior
em todo o sistema solar está em Marte. É o Monte Olimpo, com 26
quilômetros de altitude e uma base de aproximadamente 550 quilômetros de
diâmetro. Apesar de gigante, o vulcão é inativo. No Brasil também
existe um vulcão, no arquipélago de Fernando de Noronha, considerado
inativo.
Nosso blog é destinado a todos os amantes de astronomia e ciências afins. Aqui você terá todas as notícias atuais da ciência de um modo geral. Você que ama o mundo científico participe,comente! Este blog é seu! Sejam bem-vindos(as)
sábado, 5 de janeiro de 2013
Engenheiro cria 'versão' de Marte com oceanos e florestas
Ilustração mostra como seria Marte caso possuísse florestas e oceanos
Sonda da Nasa flagra erupção solar com 20 vezes o diâmetro da Terra
Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) captou uma erupção solar de "pequenas proporções" com 20 vezes o diâmetro da Terra. O evento ocorreu nesta segunda-feira (31) e durou quatro horas.
Abaixo, aparece uma imagem em escala do nosso planeta, para dar uma noção do tamanho da erupção solar, que se estendeu por mais de 257 mil quilômetros além do Sol.
Vênus: O planeta misterioso
O planeta seguinte de nossa viagem pelo sistema solar é Vênus, que recebeu seu nome da deusa romana do amor (a grega Afrodite). Vênus é conhecido por todos nós como a estrela da manhã ou também a estrela vespertina. Como está a uma distância maior do sol do que Mercúrio e como, além disso, também é muito brilhante, para muitas pessoas o planeta se destaca o céu. Vênus é frequentemente chamado de irmã da terra, pois, é muito semelhante a esta em sua forma: Sua massa corresponde a cerca de 82% da massa da terra e seu raio correspondente a 0,95 do raio da terra, quase o de nosso planeta natal. De qualquer modo, isso não torna Vênus um refúgio agradável, pelo que é responsável principalmente sua atmosfera incomumente densa: no solo de Vênus, a pressão é 90 vezes mais alta que no solo terrestre.
O envoltório gasoso de Vênus consiste em mais de 96% de dióxido de carbono e cerca de 3% de nitrogênio, em relação aos quais outros gases como hidrogênio e dióxido de nitrogênio só aparecem em vestígios. A alta concentração de dióxido de carbono leva a um forte efeito estufa: o dióxido de carbono perturba a radiação de calor, não permitindo que deixe a atmosfera, e esta se aquece ainda mais do que seria possível de outra maneira. Pode-se calcular que a temperatura de Vênus sem envoltório de ar seria menor por um fator três. Devido ao envoltório de Vênus, o termômetro atinge valores de cerca de 480°C, um lugar verdadeiramente inóspito.
A história da investigação de Vênus , por meio de sondas espaciais, remonta várias décadas. Já nos anos 1960 e 1970, as sondas norte-americanas Mariner e a Venera soviética chegaram ao planeta. Enquanto as Missões Mariner se limitaram a voos teóricos de reconhecimento, os cientistas soviéticos s ocuparam desde logo em fazer sondas penetrarem na atmosfera. Algumas alcançaram até mesmo o solo de Vênus, antes de serem destruídas nas áridas condições atmosféricas . No final dos anos 1970, os norte-americanos voltaram a Vênus com duas sondas Pioneer.
O ponto alto das missões espaciais a nosso planeta vizinho interno é constituído, entretanto, pela expedição da sonda Magalhães que, no começo dos anos 1990, realizou uma varredura detalhada por radar na superfície de Vênus. Os raios de radar conseguem efetivamente atravessar a atmosfera e, a partir dos raios devolvidos, é possível reconstruir a alta distribuição da superfície. A Magalhães descortinou uma visão de um mundo inteiramente novo.
Vênus é pouco marcado por crateras de impacto, o que remonta a uma atividade vulcânica forte no passado. Assim, a nave Magalhães pôde perceber numerosos vulcões tampados e correntes de lava endurecidas que, até certo ponto, conferem uma aparência quase surreal à paisagem de Vênus.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Estudo: há pelo menos 100 bilhões de planetas na nossa galáxia
Um estudo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia
(Caltech), nos Estados Unidos, indica a Via Láctea é o lar de pelo menos
100 bilhões de planetas. A equipe fez a estimativa ao analisar o
sistema de uma estrela chamada de Kepler-32 e que, segundo os
cientistas, é representativo, pois é como a maioria dos sistemas
planetários ao longo de nossa galáxia.
"Existem pelo menos 100 bilhões de planetas na galáxia, apenas na nossa galáxia", diz John Johnson, professor de astronomia do Caltech e um dos autores da pesquisa. "Basicamente, existe um desses planetas por estrela", complementa Jonathan Swift, líder do estudo.
Outros estudos já estimaram o número de pelo menos um por estrela, mas segundo o Caltech, este é o primeiro a analisar um sistema de estrela anã-M, que representa a maior parte da população planetária conhecida. O sistema que foi pesquisado tem cinco planetas e foi comparado com outros também descobertos pelo telescópio Kepler, da Nasa.
Curiosamente, esses grupos são muito diferentes do Sistema Solar. O de Kepler 32, por exemplo, é muito mais frio - sua estrela tem apenas metade da massa e metade do raio do Sol. Seus planetas têm entre 0,8 e 2,7 o tamanho da Terra e orbitam muito próximo de sua estrela - todos eles caberiam em um décimo de uma unidade astronômica, ou um terço da distância de Mercúrio ao Sol.
Isso significa, segundo Johnson, que o Sistema Solar não é uma regra, mas sim a exceção na Via Láctea. "É um esquisitão", diz o astrônomo. Contudo, apesar dessa proximidade dos planetas de sua estrela, isso não significa que eles são quentes demais. No caso de Kepler 32, um deles está na chamada zona habitável, onde a água pode existir em estado líquido (essencial à vida como conhecemos), e em muitos sistemas parecidos a situação é a mesma, afirmam os cientistas.
"Existem pelo menos 100 bilhões de planetas na galáxia, apenas na nossa galáxia", diz John Johnson, professor de astronomia do Caltech e um dos autores da pesquisa. "Basicamente, existe um desses planetas por estrela", complementa Jonathan Swift, líder do estudo.
Outros estudos já estimaram o número de pelo menos um por estrela, mas segundo o Caltech, este é o primeiro a analisar um sistema de estrela anã-M, que representa a maior parte da população planetária conhecida. O sistema que foi pesquisado tem cinco planetas e foi comparado com outros também descobertos pelo telescópio Kepler, da Nasa.
Curiosamente, esses grupos são muito diferentes do Sistema Solar. O de Kepler 32, por exemplo, é muito mais frio - sua estrela tem apenas metade da massa e metade do raio do Sol. Seus planetas têm entre 0,8 e 2,7 o tamanho da Terra e orbitam muito próximo de sua estrela - todos eles caberiam em um décimo de uma unidade astronômica, ou um terço da distância de Mercúrio ao Sol.
Isso significa, segundo Johnson, que o Sistema Solar não é uma regra, mas sim a exceção na Via Láctea. "É um esquisitão", diz o astrônomo. Contudo, apesar dessa proximidade dos planetas de sua estrela, isso não significa que eles são quentes demais. No caso de Kepler 32, um deles está na chamada zona habitável, onde a água pode existir em estado líquido (essencial à vida como conhecemos), e em muitos sistemas parecidos a situação é a mesma, afirmam os cientistas.
Estudo aponta novas informações sobre resistência das bactérias
Plaqueta com a bactéria 'Escherichia coli'. Cientistas tentam descobrir como bactérias se dividem e resistem a tratamentos
Pesquisadores refutaram uma teoria defendida há muito tempo sobre como algumas bactérias sobrevivem aos antibióticos e abriram as portas para novos tratamentos para combater as bactérias resistentes, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (3) nos Estados Unidos.
Astronautas farão exames para saber por que a coluna 'cresce' no espaço
Testes vão focar nas regiões cervical e lombar da coluna
Seis astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em
inglês) vão servir de cobaias em ultrassonografias da coluna vertebral
para entender, pela primeira vez, por que as pessoas podem ficar até 3
centímetros "mais altas" após meses morando no espaço.
Esse efeito observado por cientistas em ambientes de microgravidade, porém, é apenas temporário – acaba quando os indivíduos retornam à Terra.
Esse efeito observado por cientistas em ambientes de microgravidade, porém, é apenas temporário – acaba quando os indivíduos retornam à Terra.
Meteorito rico em água achado no Saara pode ser de Marte, diz Nasa
Um meteorito rico em água que pode ter saído da superfície de Marte foi identificado por pesquisadores financiados pela agência espacial americana (Nasa). O objeto NWA 7034, que recebeu o apelido de "beleza negra", foi encontrado em 2011 no Deserto do Saara, no norte da África, e pesa 320 gramas.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Dinossauros do Brasil: conheça os gigantes descobertos no País
Milhões de anos atrás, dinossauros ocupavam a Terra. Muitos fósseis já
foram encontrados no Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul, em
Minas Gerais, no Ceará e no Maranhão. Mas o número de espécies descritas
ainda é pequeno se comparado a países como a Argentina, que possui mais
de 100 espécies identificadas, enquanto o Brasil tem apenas 21
oficialmente reconhecidas.
Astrônomos descobrem correntes de gás que formam planetas
Astrônomos observaram pela primeira vez uma etapa crucial no nascimento
de planetas gigantes. Enormes correntes de gás fluem através do espaço
vazio no interior de um disco de material situado em torno de uma
estrela jovem. Estas são as primeiras observações de tais correntes, que
se pensa serem criadas por planetas gigantes à medida que “engolem” gás
e crescem. O estudo foi publicado na revista Nature. Os pesquisadores usaram o telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) durante pesquisa.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Radiação cósmica pode favorecer Alzheimer em astronautas, diz estudo
Estudo divulgado pela publicação científica "PLoS ONE" mostra que a radiação cósmica que bombardearia astronautas em missões longas no espaço pode acelerar o aparecimento de mal de Alzheimer neles.
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