Essa região, que tem sido alvo de muitas observação por parte de astrônomos amadores, mede cerca de 1 ano-luz de diâmetro e se expande a uma velocidade de 69 mil km/h. As cores indicam diferentes temperaturas de gás, sendo o azul o mais quente e o vermelho o mais frio.
Nosso blog é destinado a todos os amantes de astronomia e ciências afins. Aqui você terá todas as notícias atuais da ciência de um modo geral. Você que ama o mundo científico participe,comente! Este blog é seu! Sejam bem-vindos(as)
sábado, 25 de maio de 2013
Telescópio Hubble registra novas imagens da Nebulosa do Anel
Essa região, que tem sido alvo de muitas observação por parte de astrônomos amadores, mede cerca de 1 ano-luz de diâmetro e se expande a uma velocidade de 69 mil km/h. As cores indicam diferentes temperaturas de gás, sendo o azul o mais quente e o vermelho o mais frio.
Estudo prevê empreendimentos comerciais na Lua em 2020
Pesquisadores de várias empresas podem estar vivendo na Lua quando
astronautas da agência espacial americana (Nasa) partirem para visitar
um asteroide na década de 2020, aponta um novo estudo sobre futuras
missões espaciais tripuladas.
Ossada de 'monstro' pré-histórico é achada em gaveta de museu
Réptil de 3 a 3,5 metros era pequeno em relação a
outros plesiossauros
outros plesiossauros
Nasa divulga foto de vulcão em erupção no Alasca
Foto feita da ISS mostra erupção do vulcão Pavlof
A Nasa
publicou nesta quinta-feira (23) uma imagem do vulcão Pavlof, no
Alasca, em ebulição. A imagem foi feita por astronautas a bordo da
Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) no último dia
18.
O vulcão está em erupção desde o dia 13, e a nuvem de cinzas vista na imagem sobe a uma altura de 6 mil metros. O vulcão Pavlof fica no chamado Arco Aleuta, uma região de grande atividade vulcânica do estado americano, que fica no noroeste do continente.
O vulcão está em erupção desde o dia 13, e a nuvem de cinzas vista na imagem sobe a uma altura de 6 mil metros. O vulcão Pavlof fica no chamado Arco Aleuta, uma região de grande atividade vulcânica do estado americano, que fica no noroeste do continente.
Milhares de pinturas rupestres são descobertas em cavernas no México
As pinturas representam pessoas, animais, insetos, e imagens abstratas
domingo, 19 de maio de 2013
Asteroide do comprimento da avenida Paulista sobrevoa Terra este mês
Um asteroide com 2,7 quilômetros de comprimento, o tamanho da avenida Paulista em São Paulo, vai sobrevoar a Terra no dia 31 de maio, anunciaram nesta sexta-feira (17)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
O que os cientistas aprenderiam se pudessem fazer estudos que durassem centenas ou milhares de anos?
Uma vida é muito longa em relação ao picossegundo
que leva para que dois átomos formem uma molécula, mas é um piscar de
olhos se comparada a muitos fenômenos naturais, como a formação de
cadeias de montanhas ou a colisão de galáxias. Para responder questões
que levam mais que uma vida para serem resolvidas os cientistas repassam
seus esforços entre gerações.
Em medicina, por exemplo, estudos longitudinais costumam acompanhar assuntos bem depois de os pesquisadores originais terem morrido; alguns estudos ainda em andamento começaram nos anos 20. O recorde da mais extensa sequência de coleta ininterrupta de dados da história deve pertencer aos antigos Diários astronômicos, dos babilônios, que contêm pelo menos seis séculos em observações desde o primeiro milênio antes de Cristo; esses registros revelaram padrões recorrentes de eventos como eclipses solares e lunares.
Na maior parte dos campos da pesquisa científica questões mais interessantes e fundamentais continuam em aberto porque os cientistas simplesmente não tiveram tempo suficiente para estudá-las. Mas e se o tempo não fosse um empecilho? Recentemente, conversei com pesquisadores-líderes em vários campos sobre quais problemas atacariam se tivessem mil anos – ou 10 mil, ou mesmo 1 milhão de anos – para fazer observações ou realizar experimentos. (Para manter o foco em ciência e não em futurologia, pedi que imaginassem que só poderiam usar tecnologia considerada de ponta hoje.) As versões condensadas de suas intrigantes respostas são as seguintes:
Em medicina, por exemplo, estudos longitudinais costumam acompanhar assuntos bem depois de os pesquisadores originais terem morrido; alguns estudos ainda em andamento começaram nos anos 20. O recorde da mais extensa sequência de coleta ininterrupta de dados da história deve pertencer aos antigos Diários astronômicos, dos babilônios, que contêm pelo menos seis séculos em observações desde o primeiro milênio antes de Cristo; esses registros revelaram padrões recorrentes de eventos como eclipses solares e lunares.
Na maior parte dos campos da pesquisa científica questões mais interessantes e fundamentais continuam em aberto porque os cientistas simplesmente não tiveram tempo suficiente para estudá-las. Mas e se o tempo não fosse um empecilho? Recentemente, conversei com pesquisadores-líderes em vários campos sobre quais problemas atacariam se tivessem mil anos – ou 10 mil, ou mesmo 1 milhão de anos – para fazer observações ou realizar experimentos. (Para manter o foco em ciência e não em futurologia, pedi que imaginassem que só poderiam usar tecnologia considerada de ponta hoje.) As versões condensadas de suas intrigantes respostas são as seguintes:
Mudança climática alterou localização dos polos da Terra
De acordo com um novo estudo publicado em Geophysical Research Letters, o aquecimento global está mudando a localização dos polos geográficos da Terra.
Pesquisadores da University of Texas, Austin, relatam que o derretimento acentuado da camada de gelo da Groenlândia – e em um grau menor, a perda de gelo em outras partes do globo – ajudaram a mover o Polo Norte vários centímetros todos os anos desde 2005.
“Houve uma grande mudança”, declara Jianli Chen, geofísico e principal autor do estudo.
De 1982 até 2005, o polo derivou para sudeste na direção de Labrador, no Canadá, a uma taxa de aproximadamente 2 miliarcosegundos – ou cerca de 6 centímetros – por ano. Mas em 2005 o polo mudou de curso e começou a galopar para leste na direção da Groenlândia a uma taxa de mais de 7 miliarcosegundos por ano.
Distribuição de números primos tem novo teorema
O matemático Yitang Zhang esboçou uma prova da “versão fraca” da conjectura dos primos gêmeos.
Esse é um resultado que apenas um matemático poderia amar. Pesquisadores
esperando conseguir um ‘2’ como resposta de uma prova há muito
procurada, envolvendo pares de números primos, estão celebrando o fato
de um matemático ter reduzido o número de infinito para 70 milhões.
Os anéis de Saturno estão vibrando
Cientistas qualificam os anéis de Saturno como um sismógrafo, que reflete alterações no interior do planeta
O mistério por trás do extinto campo magnético da Lua
A Lua é o único satélite natural da Terra, e gerava um campo magnético surpreendentemente intenso.
Esse campo permaneceu por, pelo menos, 3,5 bilhões de anos, de acordo
com novo estudo, o que representa 160 milhões de anos a mais do que se
imaginava.
É estranho sentir o peso da língua, diz astronauta após retorno à Terra
Em uma mesma semana, Nasa registra 4 potentes erupções solares
Explosão solar captada nesta quarta-feira (15) pela agência espacial americana, Nasa
O sol lançou quatro potentes erupções esta semana, alcançando a
atividade mais intensa este ano e provocando interrupções limitadas nas
radiocomunicações de alta frequência, informou a Nasa.
As quatro erupções observadas desde a última segunda-feira (13)
pertencem à categoria X, a mais intensa nestes fenômenos e uma delas foi
classificada como X3.2. São as primeiras deste tipo em 2013, segundo a
Nasa.
Estudo cria método que usa teoria de Einstein e encontra planeta distante
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Falha técnica pode abreviar missão do satélite Kepler, "caçador de planetas" da Nasa
De acordo com o jornal "New York Times", o satélite Kepler, que procura planetas fora do Sistema Solar, foi afetado por uma falha em seu sistema de orientação. A informação foi dada por astrônomos ligados à missão.
Se os engenheiros não conseguirem consertar o equipamento ou achar outra forma de orientar o telescópio do satélite, isso pode causar um fim prematuro da missão que procura planetas distantes e possivelmente habitáveis.
No mês passado, astrônomos relataram que o Kepler achou dois planetas só um pouco maiores do que a Terra em uma região habitável na órbita de uma estrela a 1.200 anos-luz daqui.
O Kepler foi lançada em 2009 e já identificou 115 planetas e outros 2.740 candidatos a planetas.
As observações estavam previstas para continuar até 2016.
Água com 1,5 bilhão de anos descoberta no Canadá pode ter vida
Água e gás que vertem da rocha são coletados por cientistas
Cientistas do Canadá e do Reino Unido encontraram em uma
mina a 2,4 quilômetros de profundidade em Ontário bolsões de água que
estavam isolados havia pelo menos 1,5 bilhão de anos. Segundo os
pesquisadores, o local pode abrigar vida e tem rochas similares àquelas
descobertas em Marte, o que pode nos ajudar a entender como seriam as
formas de vida caso elas tenham existido - ou ainda existam - no planeta
vermelho.
Telescópio registra brilho de novas estrelas na constelação de Órion
Há 55 anos, primeiro laboratório espacial ajudou a compreender a atmosfera
As missões espaciais de hoje, especialmente às de
observação da Terra e do universo, devem muito a uma inovação de 55 anos
atrás. Em 15 de maio de 1958, a União Soviética dava mais um passo à
frente dos Estados Unidos e lançava o primeiro laboratório espacial da
história. Batizado de Sputnik 3, ele sucedeu aos modelos 1 e 2 com
grandes avanços: era um completo laboratório multiuso de ciência
espacial.
Há 50 anos, americano pegou no sono e fez história no espaço
Há exatos 50 anos, o astronauta Gordon Cooper, apelidado
de "Gordo", fez o histórico voo final do programa Mercury. O navegador
das estrelas passou mais de um dia em órbita - mais do que todos os
cinco lançamentos anteriores do programa juntos - e foi o primeiro
americano a dormir no espaço.
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