Arqueólogos escavaram antigo cemitério da cidade egípcia de Amarna e encontraram cidadãos comuns da cidade
Mais de três quartos dos adultos mostraram sinais de doença degenerativa das articulações, provavelmente por levantar cargas pesadas, e cerca de dois terços desses adultos tinham pelo menos um osso quebrado
Novas evidências sugerem que enquanto um faraó egípcio construía templos majestosos recheados de tesouros cintilantes, as classes mais baixas realizavam trabalhos penosos e tinham dietas lamentáveis.
Uma análise de mais de 150 esqueletos de um cemitério de 3300 anos de idade na antiga cidade egípcia de Amarna revela fraturas, desgaste e lesões provocadas por levantamentos pesados e desnutrição violenta entre os plebeus da cidade.
A descoberta, detalhada no volume de março do periódico Antiquity, poderia esclarecer como viviam as não-elites da antiga sociedade egípcia.